Férias da meninada? Vamos para a praia. Feriadão? Na praia, com certeza. Uma fugida no meio da semana? Só se for pra descer a Serra. Maresia, preguiça boa, peixe gostoso. Andar pela beira d’água, catar conchinhas, respirar fundo, pegar uma cor, jogar conversa fora, cochilar debaixo da barraca, fazer castelo de areia, dar um mergulho, tomar caldo, jogar peteca, procurar navios no horizonte, namorar a lua, dormir com o barulho do mar, acordar e sair de sandália de dedo para comprar pão, tomar café e ir direto para a praia. É isso.

O que chamamos aqui de Baixada Santista é, na verdade, uma grande região, que abrange sete cidades do Litoral Sul de São Paulo, entre elas Santos, São Vicente, Praia Grande e Guarujá.

Santos, sede da região, abriga o maior porto da América Latina. O principal atrativo turístico da cidade são seus 7 quilômetros de praias ajardinadas e seu ar de balneário de primeiro mundo.

São Vicente, a primeira vila fundada pelos portugueses na América, situa-se na metade ocidental da Ilha de São Vicente, inclui a Ilha Porchat e estende-se para o continente através da linda ponte pênsil construída em 1914.

O município de Praia Grande, lá por 1950 apenas uma orla de 23 quilômetros de extensão e hoje em aglomerado urbano fervilhante de gente, é composto de onze praias que, nos períodos de férias, recebem, em conjunto, perto de 2 milhões de visitantes.

Guarujá, na Ilha de Santo Amaro, com seu jeito casual chique, tem lindas praias urbanas e outras quase selvagens. Quando o acesso à ilha era feito apenas por balsa, o lugar reservava-se a poucos privilegiados. Hoje, é tão democrático quanto o restante da Baixada.

São Sebastião estende-se por boa parte do Litoral Norte de São Paulo, com mais de 100 quilômetros de costa recortada e pontilhada por praias de mar azul. Em quase todas, há um núcleo com casas de veraneio, hotéis, pousadas, restaurantes, bares e um pequeno comércio.

Quem busca tranquilidade vai encontrá-la na Praia da Jureia e em Santiago. Em Juqueí, Barra do Saí, Praia da Baleia e Toque-Toque Pequeno, mar calmo, bom para levar as crianças. Em Camburi, Camburizinho, Maresias e Praia Brava, esta última de ondas fortes, muitos jovens e surfistas. Já na pequena Praia das Calhetas, selvagem e de acesso difícil, só quietude, areias branquinhas e beleza.

No centro de São Sebastião, um belo casario colonial, com prédios dos séculos XVII e XVIII – destaque para a Igreja Matriz, a antiga Casa da Câmara e Cadeia Pública e a Capela de São Gonçalo –, preserva a história da cidade, da mesma forma que, nos arredores, a Fazenda Santana e as singelas capelas caiçaras encontradas em várias praias.

Saindo da Baixada, chega-se a São Sebastião pela BR 101, passando por Guarujá e Bertioga. A estrada de pista simples margeia toda a costa e, em alguns trechos de serra, proporciona uma linda vista do mar.

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