A conquista da foz do Amazonas deu origem, em 1616, ao Forte do Presépio, destinado a acabar com o contrabando de produtos da região – plantas medicinais, ervas aromáticas, cacau, baunilha, cravo, canela, castanha-do-pará e guaraná –, que eram muito apreciados na Europa. A pequena Feliz Lusitânia, povoação que se formou ao redor do forte, mantinha-se apenas com a agricultura de subsistência, a pesca e alguma criação. A exportação regular, entretanto, fortaleceu a atividade extrativista da floresta e o povoado evoluiu, foi rebatizado e deu lugar a uma das cidades mais promissoras do País.

Ao final do Século XIX, Belém do Grão Pará despontou para o mundo. O Ciclo da Borracha, de 1879 a 1912, trouxe riqueza e prestígio à cidade. Residências de ricos senhores de seringais, casas bancárias e outras instituições foram erguidas em sintonia com a abundância dos novos tempos, como símbolos de êxito e poder. Belém guarda a memória dessa época com orgulho, mas, cosmopolita e moderna, vive intensamente o presente e surpreende o visitante por sua efervescência.

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